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Kupalua

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Multiartista do Brasil, radicada em Berlim, interessada na interdisciplinaridade entre performance, voz, composição, produção musical e vídeo. Investigando as dinâmicas de poder entre e dentro de corpos. Kupalua problematiza as expectativas hegemônicas de comportamentos femininos e a institucionalização das relações humanas.

“Kupalua está sempre em trânsito. Não há nenhum traço de moral ou fronteira. É simultaneamente extra-terrestre e terrestre-físico-corpórea. Viaja do interior dos seus orifícios ao espaço sideral na velocidade da luz. Não há separação entre a cultura e natureza ou o cosmos e o corpo; O que é raiz e o que é sintético. Aves, sapos, chuva, voz melódica, sintetizadores, microfones e processadores. A construção do corpo como próteses retratam a paisagem sonora. As próteses laser entram em contato conosco e com o espaço sideral enquanto toda matéria flui por timbres que nos deixam entregues ao estranhamento. Não sei onde estou quando ouço e vejo Kupalua, se estou debaixo d’água ou se estou suspensa, sem peso, atemporal, sem história, sem roupas. É uma jornada completamente dentro das ondas sonoras. ”
por Julia Rocha

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Kupalua

Multiartista do Brasil, radicada em Berlim, interessada na interdisciplinaridade entre performance, voz, composição, produção musical e vídeo. Investigando as dinâmicas de poder entre e dentro de corpos. Kupalua problematiza as expectativas hegemônicas de comportamentos femininos e a institucionalização das relações humanas.

“Kupalua está sempre em trânsito. Não há nenhum traço de moral ou fronteira. É simultaneamente extra-terrestre e terrestre-físico-corpórea. Viaja do interior dos seus orifícios ao espaço sideral na velocidade da luz. Não há separação entre a cultura e natureza ou o cosmos e o corpo; O que é raiz e o que é sintético. Aves, sapos, chuva, voz melódica, sintetizadores, microfones e processadores. A construção do corpo como próteses retratam a paisagem sonora. As próteses laser entram em contato conosco e com o espaço sideral enquanto toda matéria flui por timbres que nos deixam entregues ao estranhamento. Não sei onde estou quando ouço e vejo Kupalua, se estou debaixo d’água ou se estou suspensa, sem peso, atemporal, sem história, sem roupas. É uma jornada completamente dentro das ondas sonoras. ”
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